Despesas médicas e hospitalares
Consulta, exame, internação e cirurgia de emergência, além de remoção e traslado. É a cobertura principal — e a única que os consulados olham.
Duas providências que custam pouco e evitam os dois piores imprevistos de uma viagem: uma emergência médica sem cobertura e o desembarque sem internet. O seguro é exigência formal para entrar no espaço Schengen, com cobertura mínima de € 30.000. O chip internacional resolve conexão a partir do momento em que o avião pousa — e o seu número de WhatsApp continua o mesmo.
As duas contratações são feitas com parceiras da operação, em sites próprios. Aqui você encontra o que precisa saber antes de escolher: o que a apólice cobre de verdade, o que ela não cobre, quando contratar e como decidir entre eSIM e chip físico.
Fora do Brasil, o seu plano de saúde não vale e o SUS não existe. O seguro viagem é o que transforma uma emergência de custo imprevisível em um telefonema para uma central em português.
Consulta, exame, internação e cirurgia de emergência, além de remoção e traslado. É a cobertura principal — e a única que os consulados olham.
Indenização por extravio, roubo ou dano, com verba para itens de necessidade imediata enquanto a mala não aparece, e cobertura para atraso de voo.
Reembolso de despesas não recuperáveis por motivo previsto em apólice. Só vale para imprevistos posteriores à contratação — por isso comprar cedo importa.
O item mais subestimado. É a central que indica o hospital credenciado e garante o pagamento direto, evitando desembolso e reembolso posterior.
Documento que comprova a cobertura mínima exigida para o visto Schengen. Precisa estar em mãos antes da entrevista no consulado.
Doença preexistente além da crise aguda, esporte de risco sem plano de aventura e acidente sob efeito de álcool. Confira as condições gerais antes de comprar.
Cotação feita no site da parceira Viajo Seguro, em nova aba.
Roaming da operadora brasileira é o caminho mais caro e o mais imprevisível. Um chip internacional resolve conexão em mais de 130 países, com preço definido antes da viagem — e sem susto na fatura seguinte.
Planos no site da parceira SIM Premium, em nova aba.
Aparelho compatível, viagem próxima e vontade de manter o número brasileiro ativo em paralelo. Instalação digital, sem depender de entrega física.
Aparelho sem suporte a eSIM, viagem longa ou destino onde a operadora local do parceiro tem melhor cobertura. Peça com antecedência: depende dos Correios.
Códigos de verificação por SMS do banco chegam no chip brasileiro. Se ele ficar inativo, resolva a autenticação por aplicativo antes de embarcar.
A ordem importa: cada item depende de um prazo diferente, e dois deles não dependem só de você.
30 dias antes — seguro viagem
Contrate junto com as passagens: a cobertura de cancelamento só vale para imprevistos posteriores à contratação. Se o destino exige visto Schengen, a carta-garantia precisa estar pronta antes da entrevista no consulado.
15 dias antes — conectividade
Confira a compatibilidade com eSIM discando *#06# e procurando o EID. Se optar por chip físico, conte com o prazo dos Correios — é o item que mais atrasa por falta de antecedência.
7 dias antes — moeda em espécie
Confirme a disponibilidade da moeda, combine a distribuição das notas e trave a cotação. Moedas de giro baixo podem exigir encomenda, e o mercado não opera em fins de semana.
Véspera — documentos e declarações
Apólice e número da central 24 horas salvos no celular e também impressos. Documentos de viagem em ordem. E, se for levar mais de US$ 10.000 em espécie, a e-DBV já emitida.
Depende do destino. Para o espaço Schengen é exigência formal desde a solicitação do visto: cobertura mínima de € 30.000 em despesas médicas, válida para todo o período da estada e em todos os países do bloco.
Cuba, Emirados Árabes Unidos e Rússia, em viagens de turismo, também condicionam a entrada à comprovação de cobertura. Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e a maior parte da América do Sul não exigem por lei — o que não significa que compense viajar sem: uma internação de emergência nos Estados Unidos passa facilmente de dezenas de milhares de dólares.
Três situações pegam viajante desprevenido: doenças preexistentes, cobertas apenas na crise aguda pelos planos padrão; esportes de risco — esqui, mergulho, parapente, trilha de altitude —, que só entram com plano de aventura; e acidente sob efeito de álcool ou drogas, excluído em praticamente toda apólice.
Quem tem condição crônica precisa de plano específico, e gestantes costumam ter cobertura limitada a determinada semana de gestação nos planos comuns. Leia as condições gerais antes de comprar, não depois.
Junto com a compra das passagens. A cobertura de cancelamento por motivo previsto em apólice só vale para imprevistos posteriores à contratação, e a maioria das seguradoras exige um prazo mínimo de antecedência para essa garantia.
Se a viagem depende de visto Schengen, a carta-garantia precisa estar em mãos antes da entrevista no consulado — esse é o prazo que manda.
Ligue para a central 24 horas antes de ir ao hospital. É a central que indica o hospital credenciado e garante o pagamento direto — é o que evita você desembolsar do próprio bolso e correr atrás de reembolso depois, com nota fiscal em outro idioma.
Salve o número da central e o número da apólice no celular e também impressos, para o caso de ficar sem bateria ou sem internet.
O eSIM é um chip digital: você recebe por e-mail, instala antes de sair de casa e desembarca já conectado, sem trocar nada de lugar. O chip físico é enviado pelos Correios até o seu endereço e substitui o cartão do aparelho na chegada.
Se o seu celular for compatível com eSIM, ele costuma ser a opção mais prática, porque permite manter o chip brasileiro ativo ao mesmo tempo.
Disque *#06# no teclado do telefone. Se aparecer um código chamado EID, o aparelho é compatível com eSIM.
Confira também se o celular está desbloqueado para operadoras estrangeiras: aparelhos comprados no Brasil normalmente já vêm assim, mas os adquiridos com plano subsidiado no exterior podem estar travados.
Não. O WhatsApp fica vinculado à sua conta, e não ao chip que está no aparelho. Com o chip internacional ativo e conexão de dados, você continua recebendo e enviando mensagens no mesmo número de sempre.
O que depende do chip brasileiro ativo são as ligações telefônicas comuns e o SMS — inclusive os códigos de verificação de banco. Vale conferir isso antes de embarcar.
Somente acima do limite. Entrar ou sair do Brasil com valores em espécie superiores a US$ 10.000, ou o equivalente em outra moeda, obriga a apresentar a Declaração Eletrônica de Bens de Viajante (e-DBV), conforme a Lei nº 14.286/2021.
Abaixo desse valor não há declaração a fazer. Acima, a e-DBV é preenchida no site da Receita Federal antes do embarque — deixar para o aeroporto é o erro mais comum.
Diga o destino e a data da viagem. Você recebe orientação sobre a moeda certa, a cobertura exigida no seu destino e a melhor opção de conexão — sem precisar procurar em três lugares.
R. Mal. Deodoro, Centro de Curitiba · Correspondente cambial autorizado · Sisbacen 57096